Em direção ao trem dei conta que são os objetos e as paisagens as únicas a testemunhar a nossa transformação. O mesmo muro de quando passamos, observa a gente em diferentes formas no tempo, esboçando diversas tonalidades de humor. O silêncio que incomoda, torna-se o elo perfeito para alcançar a nossa existência. Fugir da inércia do pensamento rotineiro é necessário, se não viramos parasitas do relógio. Hoje, vejo que não sou o mesmo de outrora. Obrigado universo.
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