A franquia Toy Story volta às telas do cinema após dez anos do último longa. Com Lee Unkrich, um novo diretor na linha de frente da animação, a terceira aventura tem copias em formato 3-D.

Os brinquedos de Andy voltaram e o menino cresceu e esta a caminho da universidade, pra desespero dos brinquedos, que ficam sem saber o que ira acontecer com eles. No entanto Woody tenta convencê-los que o dono ainda sente carinhos por seus brinquedos, mas, pouco importa, quando na mentalidade deles o caminho do lixo é o mais provável.

Pensando em sair dessa possibilidade, eles infiltram-se na caixa que terá como destino a creche “sunshine”, sentido a sensação de serem úteis novamente. Ao longo da película muitas aventuras acontecem e lições de vida surgem no ar.

Á historia é massa. O fechamento da primeira animação realizada pela Walt Disney. Narrativa redondinha consegue prender atenção do expectador do começo ao fim. Não teria historia melhor para contar (O Andy grande e os brinquedos abandonados e sem uso).

Após a exibição só restou sentir um enorme saudosismo em relação à trama, fiquei imaginando a toda cena como cresci e como aqueles brinquedos também são importantes para mim, ou seja, me localizei na figura de Andy, crescido, pronto para vida ou pelo menos a vida pronta para mim, e os brinquedos podendo ser associados a uma imensidão de coisas que foram embora da minha vida, como colegas, costumes, manias e objetos. Coisas que hoje se demonstram desconhecidas e que já não fazem tanta importância, mas que um dia estava atuante no meu cotidiano é o tempo tratou de espalhá-los para outra direção, em um determinado momento da vida.

É isso, o filme me fez lembrar situações de dez anos atrás, de quando eu era apenas um menino com o tempo livre para brincar.

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