Um vilão anunciado já na primeira aparição, o dilema existente para o desenvolvimento da criação do super-herói, Todos os clichês já conhecidos numa adaptação de quadrinhos para o cinema, ingredientes mais que suficientes para darem o dissabor à produção em questão, entretanto houve um elemento que tirou todas as hipóteses negativas, Robert Downey Jr, o próprio Homem de Ferro, o “motherfucker” do cinema americano parece que carrega uma espécie de magnetismo do carisma em sua interpretação, transformando a historia do homem de ferro numa agradabilíssima opção para passar os dias das mães, isto mesmo, com o boom de comentários de sua continuação já disponível nos cinemas, resolvi alugar o primeiro filme antes de assistir o novo e tirar a minha conclusão sobre o super-herói da atualidade, nem que isto significasse tomar alguns minutos da comemoração do dia das mães, e nem desperdiçou hora alguma, Tony Stark (homem de ferro) soube suprir todos os meus anseios pelo entretenimento.

Diversão do começo ao fim, um roteiro um tanto diferente, quando comparando aos outros filmes de HQS, como descrito acima possui todas as ferramentas previsíveis para uma historia deste tipo, porém a personalidade do “salvador da pátria” é diferenciada, é como se ele fosse o oposto dos heróis tradicionais, certamente a comprovação deste meu argumento é mostrado na ultima fala da projeção, quando o milionário Tony declara perante a imprensa que é o Homem de Ferro.

Para mim o lado negro da produção é o incessante patriotismo americano, encontrado nas primeiras cenas ou na própria essência do personagem principal, um construtor de armas que encontrou sua redenção é se torna um super-herói, ajudando a combater o terrorismo. Mas, nada que apague o entretenimento visto ao longo da trama, é nesta matéria funciona quase perfeitamente, cinemão de qualidade. Já to pronto para o Iron Man 2, go go cinemas.

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